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Diretrizes Estratégicas do CAU direcionam investimentos para fiscalização, comunicação e tecnologia

 

O Plenário do CAU Brasil aprovou as Diretrizes para Elaboração do Plano de Ação e Orçamento 2024. Na 140ª Reunião Plenária Ordinária, os conselheiros federais estabeleceram um conjunto de prioridades e metas para orientar a confecção dos Planos de Ação do CAU Brasil e dos CAU/UF para o ano que vem. Principais objetivos estratégicos para 2024 são: Fiscalização, Comunicação e Tecnologia.

“Essa programação pontua o trabalho feito com a participação dos CAU/UF e dos servidores técnicos. É uma forma de fortalecer o Plano Nacional de Fiscalização e também os investimentos no Centro de Serviços Compartilhados, e projetos estratégicos que foram priorizados durante o processo de planejamento”, disse a 1ª vice-presidente do CAU Brasil e coordenadora da Comissão de Planejamento e Finanças, Daniela Sarmento.

Foram definidos três objetivos prioritários para o ano que vem: Fiscalização, Comunicação e Tecnologia. Esses projetos estratégicos podem ser financiados por meio de recursos oriundos de superávit financeiro de anos anteriores – até um limite de 15% do valor total. As Diretrizes 2024 já indicam alguns projetos que podem usar esses recursos:

• Investimentos no Centro de Serviços Compartilhados (CSC) e no SICCAU
• Fomento a startups e softwares livres de Arquitetura e Urbanismo
• Plano Estadual de Fiscalização
• Plano Estratégico de Comunicação
• Plano Diretor de Tecnologia
• CAU Compartilha
• Comunicação Interna
• Eventos das comissões

 

 

As Diretrizes Estratégicas 2024 ainda estabelecem mais investimentos para ações de ATHIS e Patrimônio Histórico, por exemplo. O projeto aprovado pelo Plenário do CAU Brasil aumentou os limites mínimos obrigatórios e recomendados de investimentos em diversas áreas.

São investimentos mínimos obrigatórios, tanto no CAU Brasil como nos 27 CAU/UF:

• 25% da receita líquida para iniciativas de fiscalização
• 3% da receita líquida para projetos de ATHIS
• 2% do valor da folha para capacitação de conselheiros e colaboradores

São investimentos mínimos recomendados:

• 10% da receita líquida para atendimento aos arquitetos(as) e urbanistas
• 3% da receita líquida para comunicação
• 5% da receita líquida para ações de patrocínio cultural
• 2% da receita líquida para ações de preservação do patrimônio
• 6% da receita líquida para ações vinculadas a 2 ou 3 objetivos estratégicos locais

As diretrizes também preveem a alteração da Resolução CAU/BR Nº 119, que trata do Fundo de Apoio Financeiro aos CAU/UF; e da Resolução CAU/BR Nº 200, que trata das possibilidades de utilização de recursos oriundos de superávit orçamentário de anos anteriores.

 

 

“As inovações que estamos trazendo como diretrizes para 2024 nos faz sair do planejamento apenas financeiro e passamos a investir focados nos resultados esperados pelo planejamento estratégico do CAU”, afirmou Daniela Sarmento.

Fonte: CAU Brasil

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