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Fiação e cabeamento aéreo: a importância da adaptação subterrânea

Basta um olhar mais atento para perceber a quantidade de cabos e fios espalhados pela cidade, que parecem se sobrepor de maneira irregular, entre postes e residências. A desordem nas instalações, além de apresentar um perigo potencial para a população, ainda compromete a paisagem. 

Em 2022, um novo projeto da Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Rioluz, chamado de “Caça-Fios”, iniciou uma força-tarefa para eliminar fiações que ficam soltas, partidas e caídas no chão, em virtude dos constantes furtos de cabos da rede elétrica da cidade e de fiações desordenadas. As concessionárias de serviços ocupam os postes, com suas instalações sobre as instalações antigas, criando assim uma teia que se entrelaça aos olhos dos passantes. 

O risco de cabos energizados atingirem cidadãos é maior em áreas remotas, onde a eventual ausência do poder público parece facilitar a instalação ilegal dos chamados “gatos” para a distribuição irregular de serviços.  

Há mais de dez anos um projeto de lei determinou que toda a rede de fiação aérea passasse a ser subterrânea em um prazo de cinco anos. Uma década depois, além de disputar o espaço com as árvores, a rede aérea continua suscetível às quedas de árvores, furtos de cabos, postes corroídos e fatores temporais, como fortes chuvas e ventanias. 

A adequação do padrão das fiações é urgente e a população aguarda o desenrolar desses fios. 

 

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